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Comer, rezar e amar. Cada um tem o seu lugar no mundo pra isso. Se não, podemos imaginar um lugar específico para colocar em prática cada um dos infinitos perfeitos (ou relevar todos eles em apenas um só local, vai entender!). Não, não quero dizer uma mesa, uma igreja e uma cama. Vamos mais além e sair da caixa como fez a escritora Elizabeth Gilbert. A proposta é nomear experiências. 'Comer' foi a palavra dada para resumir suas descobertas durante 3 meses na Itália; 'Rezar' foi o nome que encontrou em um dos ashrams localizados na Índia; e 'Amar' (ai, ai... o amor!) veio diretamente de suas aventuras em plena Indonésia. Pasmem! E eu descobri que o equilíbrio interno é fundamental para que nossos desejos sejam realizados. TO-DOS. Ai, meu Deus! Do jeito que eu estou falando sobre esse livro, parece uma leitura de auto-ajuda para almas perdidas depois de um relacionamento terminado. Não tem nada a ver. Quer dizer, ela realmente terminou um casamento de 8 anos após diversas crises existenciais.
- EU NÃO QUERO ESTAR CASADAAAAAAAAAA!!! - dizia isso dentro do banheiro de sua casa, em plena madrugada, enquanto seu marido dormia o sono dos merecidos. Outra conclusão: não sou a única louca no mundo. Tsc! Mas isso é outra história. Na busca de seu próprio centro, ela se redescobre a partir de práticas que nunca pensou que valesse a pena (ou que realmente fossem mudar a vida, como meditar durante quatro horas sem passar nenhuma m#rda pela cabeça durante esse período). Milagres acontecem, minha gente! É só focar. Foco é tudo na vida. Leitura envolvente, criativa e engraçada sobre tudo que somos capazes de fazer (mas que não nos imaginamos fazendo) para curar o passado e trazer um daqui-pra-frente bem diferente.
Escrito por cá aqui às 21h13
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Descobri uma coisa bem interessante com o livro "Comer Rezar Amar" (entre tantas outras) sobre as pessoas que nascem às quintas-feiras como... deixa eu pensar... EU, POR EXEMPLO?...rsrsrs.
Segundo um Guru de Bali, "o patrono das crianças nascidas nas quintas-feiras é Shiva, O Destruidor, e que o dia tem dois espíritos-guias animais: o leão e o tigre. A árvore oficial das crianças nascidas em quintas-férias é a figueira-de-bengala. Seu pássaro oficial é o pavão. Quem nasceu numa quinta-feira é sempre o primeiro a falar, sempre interrompe todos os outros, pode ser um pouco agressivo, tende a ser bonito (um homem-objeto ou uma mulher-objeto), mas, de forma geral, tem um caráter decente, com uma memória excelente e um desejo de ajudar os outros."
Juro que não quero puxar sardinha pro meu lado. Juro, também, que não é marketing pessoal, mas eu posso ser tudo isso ao mesmo tempo. RÁ! Principalmente naquela parte que fala sobre boniteza. Como é que é mesmo?...rsrs.
Escrito por cá aqui às 21h11
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ONTEM, 20h30 - Festa do amigo secreto da Redação. Mais ou menos 80 pessoas. Senti vergonha alheia pelo comediante. O povo tava tão ouriçado que nem prestou atenção nas piadas prontas e antigas do comediante. Quer dizer, comediante uma vírgula, né? E das imensas. Se bobear, sou mais engraçada do que ele no período da TPM. Jantar, crepe doce, palquinho para as apresentações dos amigos e música. Muita música até a hora que baixou a pomba-gira inversa e me mandei pra casa antes do provisto. Dirigi o caminho todo com o olhar imantado. Medo. Só percebi isso quando parei o carro na garagem. Não tive um dia bom. Justo ontem! Mas as coisas não têm hora pra acontecer. Meu copo já estava cheio demais. Uma gota foi o suficiente pra vazar e passar mais de 1 hora chorando e passando mal de puro estresse. Passou. Sobra o ranso.
Escrito por cá aqui às 12h57
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Um dia tranquilo. Fiz as unhas das mãos e dos pés logo cedo. Disseram que a reunião seria na hora do almoço. Quando cheguei, o que havia sido dito já tinha mudado novamente. Tudo bem, tudo bem. Pelo menos já estou com o esmalte cereja pra festa do amigo secreto da editora. Tô de chinelo. Quase pies descalços. Bem Anastácia, manja? Nesse calor é tudo o que eu quero. Pra não dizer que não estou fazendo quase nada, comecei a bolar os modelitos da roupa de amanhã. Fútil? Não, coisa de mulherzinha. Vou precisar de uma mala maior porque a dúvida é cruel.
Hoje vou dar uma passeada pela FNAC. Comprar o presente da amiga secreta que só postou o que queria ganhar ontem à noite. Sorte dela. Quase compro um vale-presente. E, como sou pirracenta – mas só de vez em quando – eu iria comprar o vale mais barato de todos. Tá boa, santa?
Escrito por cá aqui às 14h52
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Escrito por cá aqui às 22h27
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Quem me conhece bem sabe que eu amo fadas. Quem entra no meu quarto, passa debaixo de 5 delas. Quem me encontrou na última semana já viu a segunda arte nas minhas costas e ouviu a história de amor do desenho. O filme Stardust não fala necessariamente sobre fadas. No roteiro, há uma estrela cadente maravilhosa, interpretada pela atriz Claire Danes. Tenho verdadeira paixão por seus personagens, desde a linda Julieta dos tempos atuais. Pois é dela a personificação da bela estrela. Robert De Niro está E.S.P.L.Ê.N.D.I.D.O. Tenho a percepção de que os atores de primeira linha de Hollywood estejam vivendo seus melhores momentos em papéis de deboche (Diane Keaton é, igualmente, um bom exemplo dessa leva). Eu me divirto aos montes. Porque as mácaras caem e, depois de inúmeras nomeações a vários prêmios da sétima arte, eles parecem, enfim, fazer aquilo que realmente estão a fim. Pô, com agrana que eles têm, eu tava é igualzinha: fazendo o que desse na telha e apertando um enorme botão do f#da-se para o empresário-fulano-de-tal. Para assistir, tem que estar no espírito Disney de ser. E vale a pena, porque a história é muito bem desenrolada.
Escrito por cá aqui às 16h44
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Na realidade eu gosto do calor por vários motivos: primeiro porque as pessoas exibem a mais perfeita aparência de saúde, com seus corpos bronzeados do sol; segundo porque as roupas são mais leves e esvoaçantes; terceiro porque as pessoas suam. Mas do que isso, e principalmente por isso, eu não tenho a mínima vontade de comer qualquer PF que seja.
Escrito por cá aqui às 15h25
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Só a estrofe de uma músca do Frejat ficou na minha cabeça hoje, logo depois que eu falei com o menino. Porque não tem nada de obsessão aí. Muito menos de cisma. Bati o olho. Vou fazer o quê? As coisas despertam milhares de sentimentos na gente de um simples olhar. Dessa vez mexeu certo. De novo: fazer o quê? Já sinto o cheiro bem perto. Agora quero o gosto. Espero mais um pouco. Não tenho pressa de nada.
Eu te desejo não parar tão cedo pois toda idade tem prazer e medo e com os que erram feio e bastante que você consiga ser tolerante.
Escrito por cá aqui às 23h27
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Eu sei que é um mega clichê, mas cabe direitinho para o dia de hoje:
GOOD GIRLS GO TO HEAVEN
BAD GIRLS GO TO EVERYWHERE!!!
Deixa eu pensar em qual categoria eu entro....RÁ!
Escrito por cá aqui às 23h05
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Eu ODIEI essa m#rda de fonte Verdana que o blog do UOL me obriga a usar. Não dá leitura, caramba! Pô, ninguém me consultou antes de mudar e eu pago essa b#sta todo mês. Se alguém desse provedor lê o Cá Aqui, por favor, faça alguma coisa. Nervosa demais. Uma fonte é tudo na vida.
P.S.: olha que merd# que fica!
Escrito por cá aqui às 22h57
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Eu prometi pra mim mesma que não colocaria a passagem do livro que fala sobre alma gêmea, antes de terminá-lo. Mas não consigo. Sou uma coisa ansiosa, pilhada no 720 volts, com compulsão de compartilhar informações. No post abaixo. Coisa linda de ler. 
Escrito por cá aqui às 22h43
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"sobre Alma Gêmea - do livro Comer, Amar, Rezar"
Autor: Elizabeth Gilbert
Buscar na Web "Elizabeth Gilbert"
Quando: 2006
- Acho que o motivo pelo qual é tão difícil para mim esquecer esse cara é que eu realmente achava que David fosse minha alma gêmea.
- Provavelmente era. O problema é que você não entende o que essa expressão significa. As pessoas acham que alma gêmea é o encaixe perfeito, e é isso que todo mundo quer. Mas a verdadeira alma gêmea é um espelho, a pessoa que mostra tudo o que está prendendo você, a pessoa que chama a sua atenção para você mesmo para que você possa mudar a sua vida. Uma verdadeira alma gêmea é provavelmente a pessoa mais importante que você vai conhecer, porque elas derrubam as suas paredes e te acordam com um tapa. Mas viver com uma alma gêmea para sempre? NÃO. Dói demais. As almas gêmeas só entram na sua vida para revelar a você uma outra camada de você mesmo, e depois vão embora. Acabou... a missão do David era acordar você, tirar você daquele casamento do qual você precisava sair, destroçar um pouquinho o seu ego, mostrar os seus obstáculos e vícios, despedaçar o seu coração mole para uma nova luz poder entrar, deixar você tão desesperada e fora de controle que você fosse obrigada a transformar a sua vida... Essa era a função dele, e ele foi ótimo, mas agora acabou. O problema é que você não consegue aceitar isso, que esse relacionamento tinha um prazo de validade curto. Você parece um cachorrinho cheirando lixo, baby. Fica lambendo uma lata vazia, tentando tirar mais comida lá de dentro. E, se não tomar cuidado, essa lata vai ficar presa no seu focinho para sempre e tornar a sua vida infeliz. Então largue isso.
Categoria: Citação
Escrito por cá aqui às 22h35
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Velório - Sábado, 17h15

O que eu sei diz respeito à verdade universal, dos bancos pretos dos corredores e dos pedestais cinza que servem de apoio para a folha rosa do Serviço Funerário do Município de São Paulo. O que eu tenho certeza fala hoje sobre isso. Agora estou sentada em um desses bancos pretos de espuma e couro sintético, no corredor do velório do Cemitério da 4ª Parada, velando o corpo de um amigo arrependido das inconseqüências que cometeu na adolescência. Alguém que, entre milhares de agulhas trocadas para alimentar o vício em heroína, suplicou pela vida nos braços da mãe quando ainda tinha palavras e força para pronunciá-las. Não dava mais tempo. Segundos.
A verdade universal é dura, triste, doída; porém, face da mais absoluta realidade. "Pais perdem filhos numa injustiça divina", como diz a mulher que agora chora diante do caixão de seu filho único.
Vejo os bancos se encherem. Enquanto isso, uma criança de 2 anos corre pra lá e pra cá, vestida numa roupa rosa-choque, sorrindo pelo saco de salgadinhos que tem em mãos e pela vitalidade de gente nova. Pára na frente daqueles que choram todo desespero e saudade. Dá um sorriso infantil e continua correndo pra cá e pra lá. Afinal, o que há para entender dessas lágrimas?
Caixão lacrado, 2 coroas, 2 velas acesas (as outras duas apagavam por causa do ventilador de teto ligado) e os bancos. Ah... os bancos pretos que acomodam o sofrimento dos que ficam e acolhem os que renascem para outra vida. Fé.
Escrito por cá aqui às 22h18
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