"Entre ossos e a escrita"

Autor: Maitê Proença

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… desconfio dessas moças de trinta e quarenta que, lindas, dizem agora sim ter atingindo o ápice de não sei o quê, e que estão muito bem sozinhas porque, donas de seus narizes, podem se dar totalmente ao trabalho e aos prazeres da vida. Mentira. Elas tomam remédios para dormir e choram frustradas, sem entender por que, com tudo em cima, não conseguem um parceiro para encher de beijos e dizer “te amo” …