They tried to make me go to rehab But I said 'no, no, no' Yes, I've been black, but when I come back You'll know-know-know I ain't got the time And if my daddy thinks I'm fine He's tried to make me go to rehab But I won't go-go-go
I'd rather be at home with Ray I ain't got seventy days 'Cause there's nothing There's nothing you can teach me That I can't learn from Mr. Hathaway
I didn't get a lot in class But I know it don't come in a shot glass
They tried to make me go to rehab But I said 'no, no, no' Yes, I've been black, but when I come back You'll know-know-know I ain't got the time And if my daddy thinks I'm fine He's tried to make me go to rehab But I won't go-go-go
The man said "why do you think you're here?" I said "I got no idea. I'm gonna, I'm gonna lose my baby, So I always keep a bottle near." He said "I just think you're depressed, Kiss me here, baby, and go rest."
They tried to make me go to rehab But I said 'no, no, no' Yes, I've been black, but when I come back You'll know-know-know
I don't ever want to drink again I just, ooh, I just need a friend I'm not going to spend ten weeks And have everyone think I'm on the mend
It's not just my pride It's just 'til these tears have dried
They tried to make me go to rehab But I said 'no, no, no' Yes, I've been black, but when I come back You'll know-know-know I ain't got the time And if my daddy thinks I'm fine He's tried to make me go to rehab But I won't go-go-go
Acabei de receber a notícia que Preto, O CÃO, morreu atropelado na noite passada. Ele é, quer dizer era (nossa, nem consigo dizer era, tô muito triste) o cão da Annie Way. Agora minha loja não tem mais cão. Nem a moça da floricultura que era a dona-mor do cão. Tô bem triste. O cão não deixava os maus encarados entrarem na loja. O cão fazia xixi no poste em frente à loja. A gente gritava “Preto!” e, às vezes, ele se assustava. Mas a gente só gritava porque ele se preparava pra minar a calçada com um cocô gigante. Agora não tem mais o cão. Começo a acreditar que eu deveria ter pulado a página dessa sexta-feira que se iniciou com um rasgo na calça. E depois o cão.
P#t# que pariu! Vim trabalhar com uma calça toda rasgada no meio das pernas e nem percebi isso! Eu parecia uma centopéia atravessando a rua toda esquisita. O motoqueiro até deu licença. Pode ter pensado: ‘essa aí tá toda cagada’, porque ele fez uma cara muito da estranha. Boa forma de começar sexta-feira. Que merd#!
Começa hoje, em São Paulo, a segunda maior feira literária do planeta: a 20ª edição da Bienal do Livro. Até o dia 24 de agosto (sim, infelizmente o tempo é curto para o monte de coisas que está programada para acontecer) espera-se receber mais de 800 mil pessoas. No ano passado, tive um tempo livre e acabei na feira em plena terça. Foi a melhor coisa da vida! Pouca gente, espaço de sobra, você consegue pegar todos os brindes e os vendedores ficam loucos para dar atenção.
Esse ano, por exemplo, eu daria uma passada no stand da Editora Larousse para ter em mãos (e comprar, lógico) as 448 melhores entrevistas cedidas para a Revista Rolling Stone. Desde Lennon, Kurt Cobain, Geirge Lucas, Francis Ford Coppola e, diga-se de passagem, até Deus na figura de Dalai Lama. Tá vendo? Tem que ler. Aliás, tem que ter!
Uma dica pra que quer emagrecer e tem o azar de ter de almoçar, todos os dias, em restaurantes próximos ao trabalho: vá somente a lugares ruins. Quanto pior, melhor. Além de colocar pouca coisa no prato por causa do nojo, ainda vai sobrar comida de tão enojada que você vai ficar. Fiz isso hoje, sem querer. E funcionou que é uma beleza!
Lili e Babis. Achei a música tema da peça de ontem ‘Confissões das mulheres de 30’. Os produtores fizeram uma versão, porque, na realidade, a música ‘3 is a magic number’ é do Blind Melon. O clipe é uma graça e a letra, mais ainda. Vale a pena pra lembrar os momentos de loucura.
Isso apareceu na criação. Isso aí, que tá embaixo. Pode? Em plena quinta-feira, pô!
Resisti e nenhum deles entrou na minha boca. Também não saiu nenhum palavrão para xingar o dito que sabe que eu estou de dieta. Em compensação, meu pensamento foi longe e os mais cabeludos palavrões foram expressos somente com o olhar.
Uma peça que, além do bate papo com o público, mescla filosofia barata das viajadas da mente feminina e indagações a respeito da idade dos 30 anos. Se até a cantora Marina Lima entrou nessa depressão ‘inta’, por que nós, meros mortais sem voz rouca e fotos nos jornais de destaque, não poderíamos... digamos assim... surtar? Como em ‘Os homens são de Marte e é pra lá que eu vou’, ‘Confissões das mulheres de 30’ traz o universo feminino para a realidade atual (ou o grande dilema) de, após fazer 30, tudo é agora ou nunca (sem contar as visitas aos terapeutas da vida). Gostei dessa comparação. E é a mais pura verdade, por exemplo: preciso de um apartamento – é agora ou nunca; preciso engravidar – é agora ou nunca. Preciso encontrar alguém bacana – é agora ou nunca. E outros esquetes maravilhosos que nos provocam. Lógico que os textos são voltados para a mulher. Por isso mesmo, homens e mais homens (principalmente aqueles que reclamam muito) deveriam sentar suas bundas nas poltronas do Teatro Folha para prestar atenção. Quem sabe eles passem a nos entender. E, quem sabe, após o entendimento deles, nós mulheres passemos a nos entender mais claramente também. Tá vendo? A tal da troca. É essa bilateralidade que falta nos relacionamentos para darem certo. Quer dizer, a mulherada cede, cede, cede. E os homens? Cadê? Come on men, toma lá dá cá, ou, se vocês preferirem, psicanálise. Nossa! Esse post ficou grande. E eu ainda poderia passar mais umas quinhentas linhas falando sobre esse assunto sem fim.
O espetáculo ‘Confissões das mulheres de 30’ foi prorrogado até o final desse mês. Portanto, quem achou que esta seria a última semana e choramingou que perdeu uma baita peça, pode ir até o Shopping Higienópolis pra comprar os ingressos. R$30,00 que farão você sair mais leve e solta ou com uma depressãozinha básica. RÁ!
… desconfio dessas moças de trinta e quarenta que, lindas, dizem agora sim ter atingindo o ápice de não sei o quê, e que estão muito bem sozinhas porque, donas de seus narizes, podem se dar totalmente ao trabalho e aos prazeres da vida. Mentira. Elas tomam remédios para dormir e choram frustradas, sem entender por que, com tudo em cima, não conseguem um parceiro para encher de beijos e dizer “te amo” …
Eu sei que eu não posso gastar mais 1 centavo nesse mês. Mas a compra de um casaco lindo, preto, comprido até o joelho, com pêlos, cheio de botões e capuz, foi culpa da minha mãe. Ninguém mandou ela falar, logo cedo, que sairia um puta sol. Pior que ela, só a previsão do tempo na Globo. E mais 100 pilas no débito. RÁ! (rá!, nada! não tem graça nenhuma, né?)
Vários presentes hoje de manhã. Meu irmão casadíssimo levou as trocas dos presentes-repetecos de casamento. Só eu ganhei uma toalha de banho gigante e um copo de Coca-Cola todo estilizado. Deu até ânimo e fiz um make-up belezura.
Essa eu contei na semana passada no ímpeto de bobeira que dá, depois de várias horas de trabalho contínuo. Mandei a vinheta: ‘se o homem não tomar a vacina da rubéola, fica impotente’. Aí, hoje escutei essa história, que veio de uma pessoa que me ouviu falar a papagaiada toda. ‘O homem deve tomar a vacina da rubéola para não ter disfunção erétil. RÁ! Telefone sem fio pega e vai além. Com palavras difíceis. Até alguém provar o contrário, o hómi já era!
Cá Aqui atualíssimoooooo... Nem bem assisti ao filme, já postei aqui no blog, no final do domingo. Eis que, entre as minhas leituras diárias, encontro o nome de Christiane F. no jornal de publicidade Vox N. A notícia:
“A alemã Christiane Felscherinow - protagonista do best-seller da década de 70, ‘Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída’ - voltou a ganhar destaque na imprensa alemã por, supostamente, ter voltado ao vício, aos 46 anos de idade. Uma reportagem do tablóide berlinense B.Z. diz que a recaída foi um dos motivos que levou as autoridades do país a assumir a guarda do filho de Christiane, de 11 anos. De acordo com o jornal, o menino está morando em um abrigo para crianças nas redondezas de Berlim. As autoridades estudam entregar o garoto à avó materna dele, e Christiane poderá visitá-lo regularmente. Christiane F. tomou a primeira dose de heroína aos 13 anos e aos 14 começou a se prostituir para sustentar o vício”.
China Girl – que dó! Tô cagando pela enganação. Eu quero mais é que a indústria da beleza se foda num caso como esse. E a China também pela atitude de desgosto.
8.000 mulheres de sutiã formam imagem de outdoor do Wonderbra, na Inglaterra. No site da marca, uma ferramenta de zoom permite ver cada uma das imagens individualmente.
Mais uma do sutiã Wonderbra, que levanta os seios. O pôster, criado pela Publicis Frankfurt, mostra o vidro do painel quebrado, como se tivesse estourado por causa do tamanho dos seios.
A loja de lingerie Blush, de Berlim, usou uma seqüência de painéis para atrair a atenção do publico até sua porta. Começa a 300m. de distância. A proximidade da loja é indicada por um striptease.
Shopping Vitrine Augusta – Rua Haddock Lobo, 1307 – Jardins. Aproveitei o rodízio e fui trocar o presente do papis. Preciso tomar mais cuidado em camuflagem. Chegou uma multa ontem de placa. Canetada na Avenida Cidade Jardim às 19h40.
Não sou fã de Olimpíadas. Não sou fã de esportes. Academia é pura obrigação. Tanto que eu entro e saio sem conversar com ninguém. Blasé TO-TAL. Mas não dispenso a arte. Por isso, vale a pena clicar aqui para ver as melhores fotos da abertura das Olimpíadas. Uma mais inspiradora que a outra.
Assumi dar um jeito em todas as minhas dívidas. Para que elas sumam de uma vez! Não agüento mais a paulada do cartão de crédito. Já não suporto mais falar dele todo mês.
O programa do Gugu fez minha mãe chorar. Ouvi as fungadas daqui do quarto. É preciso fazer alguma coisa. Há anos o Gluglu mostra encontros de pais e filhos no programa. Há anos rola chororô. É preciso saber viver, como diz o Titãs. Pra mim, é preciso mudar o canal.
O título não é nem um pouco agradável. Fiquei curiosa por se tratar de uma história real e, apesar da sinopse pesada, saber que Christiane F. ainda é viva.
Tudo se passa na Berlim dos anos 70. Christiane Vera Felscherinow é uma menina de 13 anos que, após realizar o sonho de conhecer a discoteca mais falada da Europa, se envolve com um grupo bem dos chapados. A atriz principal, apesar da pouca idade, dá um show de interpretação. Isso ocorre em todos os momentos: desde quando ele começa a se picar com heroína, até os momentos em que ela passa algumas horas sem a droga, inclusive na tentativa de parar. Aquele vômito todo.... blact! O filme é bastante escuro para retratar a infeliz realidade daqueles que optam pelas drogas.
Reportagem de 2006 que eu descolei com uma busca no Google:
Christiane Vera Felscherinow ainda não se livrou da guerra particular iniciada em 1975 contra as drogas. Aos 43 anos, a alemã chegou a um estado que alguns médicos consideram "irreversível": sofre de hepatite tipo C e de graves problemas circulatórios. A senhora Felscherinow é, para o mundo, Christiane F., drogada e prostituída aos 13 anos. Seu drama de vício da heroína virou best seller e filme cultuado na década de 80.