
Não é só mundo que é pequeno. Não tenho nada para fazer. Não que eu quisesse. Fui convidada para a festa da DK no Na Mata, mas, quem está com o pé do jeito que eu estou, não tem muita opção a não ser ficar em casa. Das minhas opções – começar a ler a biografia do Chico Xavier(1), esperar até a meia-noite para assistir um filme de estréia na HBO(2), comer um pedaço de bolo de morango(3), ficar aqui(4) – resolvi fuçar primeiro. Depois eu penso (e pense muito bem diante do bolo quando for abrir a geladeira, please). Tenho resto da noite enquanto todas as minhas amigas – de pé bom – estão se matando de tanto dançar. Abstrai. Entrei em dois blogs que, coincidência ou não, (prefiro acreditar que até a internet está um mundo pequeno demais para nós dois), comentavam sobre o sebo virtual – aquele mesmo que peço. O máximo! Porque eu estou viciada nesse negócio de encomendar livros pela internet e vê-lo chegar em casa embaladinho depois de três ou quatro dias. Sem contar o preço. Bárbaro! Economizei exato R$23,75 na biografia de Eva Braun – amante de Hitler. Show! Chega em, no máximo, dois dias – terça que vem.
A Livraria da Vila é maravilhosa, toda linda, ampla, clara, cheirosa e aguça a criatividade e inteligência de qualquer um. Mas desculpe. É a mais cara de todas as livrarias de Sampa de acordo com as minhas pesquisas que incluem a FNAC, a Saraiva, a Cultura e o Submarino. Não dá. Tenho cartão de crédito batendo na minha porta todos os meses.
Escrito por Ana Paula Mathias às 21h23
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Recebi a carta de alforria para o meu próximo projeto. Só para constar. Afinal de contas, estive 8 meses na fila de espera. OI-TO ME-SES. É muito tempo, eu sei. Mas o resultado será bom. Andei comentando muito sobre ele. Resolvi que não vou mais. Aliás, não quero nem falar o que é. Como já disse, foi só para constar e lembrar do meu estado de graça nessa data tão querida. Guardo esse momento para a posteridade.
Escrito por Ana Paula Mathias às 21h00
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Raio Original Azul. Eu jurava que seria Amarelo porque, de todas as flores, a amarela é sempre a que eu escolho na floricultura ao lado da loja. Entre tantas outras coisas, a vibração da cor sempre foi minha primeira pegada. Nessa quimera toda, quase atrapalhei o trabalho do Ortiz no momento da apresentação porque ele via dos raios a minha volta: o amarelo e o azul. Engraçado, né? Bom, ele também achou.
Ainda não sei o que isso quer dizer. Fiquei com vergonha de perguntar não sei por quê. Acredito que saberei ao longo da experiência com esse curso – sábado que vem é o último dia, dos três que estou envolvida com o assunto. A única coisa que posso afirmar é a alma mais centrada, o espírito mais calmo e a matéria mais alegre. Tudo isso é gratificante pelo fato de eu ser ansiosa ao extremo. Agrava, até, o enrosco que é a somatória de pensamentos que se misturam com o que eu queria falar e falo o oposto. Não é um absurdo?
Mas percebi uma diferença: todo domingo, sento na minha cama e começo a programar a semana toda. O engraçado é que eu colocava toda a semana para ser resolvida na segunda-feira sendo que eu tinha mais quatro dias para planejar com mais cuidado. Pois é, estou planejando com mais cuidado agora.
P.S.: já comentei que com 1 aninho, meus pais me levaram ao pediatra (aquele mesmo que voltei há 1 mês por causa da bronquite), para dizer que eu dormia somente 4 horas? Eu gostava de ficar acordada, tentando falar o dia todo. Resultado: um calmante pra acalmar. Natural, é claro. E taca Maracugina na criança!
Escrito por Ana Paula Mathias às 20h49
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Acabei de desabafar com o cara que, um dia, foi o Sócrates. Na verdade, acho que ele o é até hoje. Porque ele pode ser a única pessoa que entenderá como estou me sentindo agora. Não me senti orgulhosa de ter feito bem a uma amiga que precisava tanto entender o que estava acontecendo com ela. Nessas horas que eu me expresso é quando mais me escuto também, quer dizer, acaba fazendo um bem para ambas. Bem danado. Bilateral. É por isso que meu sentimento ultrapassa o estado de somente ‘estar bem’. É muito mais do que isso.
Porque a grande maioria das pessoas acredita que a felicidade delas depende do outro. E que, quando esse outro não corresponde, aí o problema é geral. E se descabelar perante a situação é o grande remédio para resolver um problema que está dentro da gente mesmo. Além de um Lexotan, obviamente. Não é.
Que a gente aprende inúmeras lições ao longo da vida, não tenho dúvidas. Essa, a do Sócrates, é mais uma das quais eu não esquecerei nunca. Porque aprendi a respeitar os meus desejos, as minhas vontades, sem que o outro esteja necessariamente envolvido - por mais que formemos um casal. Sem nenhum julgamento e culpa. E daí? Amadureci muito em um mês. Um casal não se forma numa unidade regrada e cheia de princípios. Um casal se forma na felicidade e no entendimento de que somos seres separados e diferentes. Separados desde a maternidade – e olha que isso começou com a única pessoa que nos amou (e nos amará) incondicionalmente para sempre. O amor nos dá o direito de fazer concessões. Se o outro que forma o par, cujo qual resulta no casal, entende e concorda em gênero, número e grau, não há o dar errado. Não há. A não ser que não exista realmente o amor. Mas aí o papo é outro. E não é disso que estou falando.
Escrito por Ana Paula Mathias às 22h06
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do livro 'O Caçados de Pipas'
Autor: Khaled Hosseini
Buscar na Web "Khaled Hosseini"
Se te queres sentir-se rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
Categoria: Citação
Escrito por Ana Paula Mathias às 15h52
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Penúltimos capítulos sobre o meu pé
Fui ao médico novamente às 9h. Ele amou o resultado da cirurgia. E eu amei que ele amou, afinal de contas, não tô sentindo tanta cãibra em vão.
Na próxima sexta-feira – dia 31/08 – tiro metade dos pontos. Yes! Já me liberei de uma muleta e ele falou que tudo bem (e se não falasse, tudo bem também). Esgotou toda a paciência do mundo de andar que nem um saci. A mensalidade do meu par romântico vai até o dia 02 de setembro. Estava pensando em pegar uma bengala, mas, até lá, vou me virar com isso mesmo. Já tá paga. Depois eu penso.
Escrito por Ana Paula Mathias às 15h50
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Até que enfim aquela doida resolveu devolver o meu livro. Pô! Mais de três meses não dá, né? Ainda mais quando é um dos que eu gosto. Se fosse o contrário, poderia até imaginar que havia doado para que eu ficasse mais calma. Porque eu sei que sou meio neurótica com isso. Deixo o espaço vazio do coitado em minha estante. Sem contar que anoto na minha agenda o dia que acredito ser um prazo viável, ou melhor, ‘lível’, para que eu possa cobrar de volta da pessoa que emprestei. Bom, e depois de consecutivas cobranças, ela ainda achou que poderia ser mal-educada e mandar para mim uma mensagem de texto melindrada, dizendo que entregaria dali a três dias. Ou seja, hoje. Entregou e, ao invés de eu dizer obrigada, antes que eu me esqueça, vai procurar a sua turma, coisinha! Não empresto mais. 
Escrito por Ana Paula Mathias às 14h58
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Qual a verdadeira face do amor? – essa foi a primeira pergunta que me pegou de jeito para comprar esse livro. Porque é gostoso entrar num lance romântico enquanto a sua vida está o próprio marasmo no setor (não é reclamação, pois estou vivendo meus melhores dias de descoberta). Romântico não é a expressão correta. Acho melhor falar em amor moderno. Para não esquecer como se faz, tenho a literatura para dar um pouco de ombro. Daí, quando comecei a ler, me encantei por alguns cantos do Peru citados na obra. Mas a proposta de Mario Vargas Llosa não gira em torno somente dos encontros e desencontros do casal ao longo de quatro décadas - por mais que esse seja o motivo de inspiração do autor (se os encontros fossem marcados, jurava que estava em algo parecido com Aritmética de Fernando Young). Fala sobre alguns momentos históricos do Peru, suas guerrilhas e movimentos políticos, além de uma descrição amena dos países e cidades onde passa como tradutor/intérprete da ONU. E amei. De cabo a rabo. É uma leitura que não dá para parar e pegar outro tipo de história para ler simultaneamente. NÃO. É uma coisa que te leva por dois ou três dias, no máximo. Mesmo porque instiga a curiosidade para saber se eles se encontrarão no próximo ponto. Ou não. Porque eu não vou contar o que acontece.
Escrito por Ana Paula Mathias às 14h45
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Pausa para ressaltar como as nossas raízes são fortes. Raízes de brasileiros fora do país. Alguns exemplos foram citados (não sei como começou esse papo na agência): um na Califórnia, outro no Canadá, outra em New York, outro em Chicago, outra na Itália e por aí vai.
Acho que a saudade de nosso país, nosso calor humano, nossa gente, nosso sol, faz com que sejamos amigos de qualquer pessoa que escape, sem querer, num português distraído pelo mundo afora. Já nos achegamos como se este fosse nosso melhor amigo de infância há anos esquecido. As raízes são algo mundo forte mesmo. E não precisa ser entre brasileiros. Pode ser de gente do mesmo bairro. Pelo menos foi assim em uma das minhas viagens de Reveillon a um hotel estância dentro do estado de São Paulo mesmo.
Estavam lá, diversas turmas de diversos cantos do país. Todos brasileiros. Num mesmo lugar. Sem querer, o ouvido chegou perto do papo que uma turma estava levando sobre a Blockbuster da Avenida XPTO, mais isso e aquilo que eu conhecia muito bem. Resultado: é óbvio que virei (e viraram) amigos assim, no ato. E o pileque na festa de final de ano? Até choradeira rolou. Apesar que eu não preciso conhecer muito bem para cair na maior conversa do Universo. Não mesmo!
Escrito por Ana Paula Mathias às 13h57
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Alien Vegê? Até ele, Brutus.
Escrito por Ana Paula Mathias às 08h18
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Só para constar que hoje, dia 23 de agosto, li a primeira nota sobre contratação de Papais Noéis em shoppings da região da Zona Sul. Acabou o ano, né? Quase lá. Parece que foi ontem que eu estava toda montada de Iemanjá para pular as sete ondas.
Escrito por Ana Paula Mathias às 08h16
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Sobre o livro que comecei a ler, deu uma baita vontade de conhecer o Peru. Não, não tô louca. Ainda. Mas terremotos não acontecem sempre. E outra: não penso nisso até o final deste ano.
Tá certo que já dei início a uma pesquisa de roteiros pelo país, algumas cidades históricas que é de obrigatória passagem, curiosidades e blábláblá. Mas aonde eu quero ir mesmo, não está em lugar nenhum. Talvez uma cidade próxima dê acesso rápido através de algum meio de transporte.
Fiquei aqui pensando: deve ser igual a estar no Brasil e querer conhecer Cachoeirinha da Rebimboca do Norte. Também tenho minhas esquisitices. So What? Ou melhor: entonces... rá, rá, rá.

Parque del Amor
Escrito por Ana Paula Mathias às 17h24
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'- Foca. Foca no trabalho'.
(Isso vem de uma das baias. Milhares de idéias surgem na minha cabeça sobre esse comentário. Ai, deixa! Melhor eu também focar no trabalho).
Escrito por Ana Paula Mathias às 15h48
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Um pouco sobre a menstruação.

Ai esse sangue todo! Além de personalidade, tem gênio forte. E cisma em ficar do mesmo jeito durante seus cinco ou seis dias, dependendo da mulher. Não muda. Por mais que tentemos alterar os milímetros adiante (ou diante) daquelas grossas camadas de algodão estancado. Não há cristo que salve, uma vez que não há olhômetro suficiente para sacar aonde será a próxima investida. Escorre todo para trás, escorre para frente, para os lados. Arghhhh... Mas tem os piores: têm aqueles que, todo santo dia, vaza. Não se contém em permanecer ali, quietinho no seu canto. Quer aparecer mais do que qualquer período e apostar que, neste atual, fará uma mancha ainda maior.
Sua risada mais gostosa é no dia da calças brancas. Adora mexer com elas. Fazer bagunça. Sem exceção. Até as bundudas, as quais, diga lá, não possuem o cimancol de se contentarem com cores que produzem menos efeito. Parece até birra. Fazer o quê? São sangues mais temperamentais do que os outros. São arredios, secos e irritadiços.
Falando em irritadiços, lembrei que ainda existem aqueles frescos que não vão com qualquer um, não. É adepto a uma marca, fidedigno, e ai da mocinha se é pega de surpresa com apenas três reais na bolsa. Sim, meu rapaz, há sangues de todos os tipos (depois falo dos sanguessugas por maior aversão que tenho pelo assunto). Sabe a expressão ‘sangue no zóio’? Vem dessas épocas de incômodo profundo onde a melhor amiga é uma boa bolsa de água quente, um Ponstan, aliás, dois, e uma boa seringa na veia de morfina.
Agora os sanguessugas... Mas isso não é culpa do sangue. Podem até se fazerem de vítimas, eu entendo. A feminilidade tem (e deve) pôr para fora, pelo menos de vez em quando, a revolta de carregar essa cruz até a data que, sem mais nem menos, seu sangue resolve dar um tempo, uma pausa – e para isso tem até um elemento que inventaram para compor essa tal pausa: a meno. É quando eles são esmagados. Quando a vontade fala além do asco. Quando o pudor não tem a mínima vergonha ou não faz a mínima questão. Daí eles são pressionados para dentro quando querem sair gritando. Acho que é esse um dos grandes motivos para se revoltarem na próxima oportunidade que a coitada der brécha.
Ai esse sangue todo. Até o mês que ele não vem.
Escrito por Ana Paula Mathias às 13h13
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Escrito por Ana Paula Mathias às 08h44
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O chefe e o estagiário
Havia certa vez um homem navegando com o seu balão, por um lugar desconhecido. Ele estava completamente perdido, então grande foi à surpresa quando encontrou uma pessoa... Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma distância de 10m aproximadamente, ele gritou para a pessoa: - Hei, você aí, onde eu estou? Então o jovem respondeu: - Você está num balão a mais ou menos 10m de altura! Então o homem fez outra pergunta: - Você é estagiário, não é ? O rapaz respondeu: - Sim, puxa! Como senhor adivinhou? E o homem respondeu: - É simples, você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me serve para nada... Então o estagiário perguntou: - O senhor é chefe no seu trabalho, não é? E o homem: - Sou... Como você adivinhou? - Simples: O senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e ainda quer colocar a culpa no estagiário!
Escrito por Ana Paula Mathias às 08h12
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Tenho dúvidas se essas cãibras podem me matar ou não. Não tenho posição. Não consigo, não consigo. Dá muito calor. Amanhã venho trabalhar com uam blusa frente única. Muleta pra lá, muleta pra cá... e assim vão as calorias com o suor.
Escrito por Ana Paula Mathias às 14h48
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Esse filme passou na HBO ontem. O que eu quero dizer com isso é que ele não é nada novo. Pelo que pesquisei, a estréia foi em fevereiro de 2006.
Não sei se foi para o cinema. Não sei de nada. Só sei que assisti ontem. Sabe como é, né? De molho em casa, eu fico sapiando tudo quanto é canal. Sem contar as milhares de revistas que estão ao meu lado. Já li todas.
Sobre o filme: gostei. É um drama bacana apesar de, mais ou menos na metade, já desconfiar do que desconfiei e acertei. Mas não é porque eu sou inteligente, não. Os meios levam à conclusão. É só prestar atenção.
Torço para que a Jennifer Aniston se dê cada vez melhor (ela é a cara de Friends. Fica difícil enxergá-la num papel diferente).
Sinopse
Baseado no livro de James Siegel, o filme conta os fatos de Charles Schine (Clive Owen) e Lucinda Harris (Jennifer Aniston), dois executivos casados que têm uma relação, quando começam a ser chantageados por um violento criminoso. Os dois estão em uma corrida contra o tempo para salvar não somente seus respectivos relacionametos, mas, principalmente, suas peles.
Escrito por Ana Paula Mathias às 13h06
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Uma semana ausente de uma agência de publicidade. Não quero nem ver a minha pauta amanhã... 
Escrito por Ana Paula Mathias às 12h48
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Assim que li a aba do livro, fiquei interessada. Rápido. Na verdade o que mais me pegou foi que eu nunca havia pensado numa possível ‘greve da morte’. O pior: por puro capricho. Estranho, né? Pois é isso que esse livro é do início ao fim. Aliás, José Saramago é esquisitérrimo. A obra ‘As Intermitências da morte’ começa com uma visão macro da relação Sociedade X Morte (ou melhor, a ausência dela) e acaba focalizada em um personagem somente. Como se o próprio personagem tivesse culpa por merecer a presença da morte ao seu lado durante 24 horas do dia. Não, ele não merece, já adianto.
E o processo lunático proposto pelo autor deixa milhares de perguntas e pulgas atrás de nossas orelhas, tais como: a religião só existe por causa da morte? Isso é só o começo de outros grandes problemas que uma pequena parcela do mundo se deparou a partir de uma virada de Reveillon.
É uma leitura divertida? É. Tem algumas partes que parece que é preciso voltar para reler. Tem, sim. E vale a pena.
Pô, até esqueci de falar mais sobre o meu pé! Aliás, vai bem. Com umpouco de dor ainda. Mas só um pouco.
Escrito por Ana Paula Mathias às 12h45
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4ª dia – quinta-feira (e último que vou listar dessa forma. Mas é só porque teve umas coisinhas engraçadas).
Minha chance de ser uma ‘Eugênia Figueireda’ – com o único agravante de eu não ser dona de nada. Nem do meu nariz, se bobear. Mas contei histórias diferentes para cada um sobre o ocorrido com o meu pé. O máximo!
Ninguém mandou perguntar. Eu só estava de passagem pela loja.
Escrito por Ana Paula Mathias às 12h44
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